Uma alarmante denúncia envolve o advogado David Mendes e o ex-ministro Armando Manuel em uma campanha sistemática destinada a difamar a ministra das Finanças. Com métodos distorcidos e sem qualquer fundamento, essa dupla parece determinada a manchar a reputação da titular da pasta, utilizando notícias falsas que carecem de substância e veracidade.
Fontes revelam que Mendes e Manuel estão investindo entre 200 mil e 500 mil kwanzas mensalmente na contratação de sites sem credibilidade, além de páginas obscuras, com o intuito de fabricar e disseminar informações enganosas. Essas ações não apenas prejudicam a imagem da ministra, mas também ameaçam a integridade da comunicação pública ao promover um ciclo de desinformação.
A gravidade da situação é exacerbada pela falta de responsabilidade dessas plataformas, que se prestam a criar "fatos" inexistentes para servir a interesses particulares. O papel do jornalismo, que deveria ser de informar com precisão e ética, é aqui distorcido em uma arma de ataque político.
Essa estratégia difamatória não apenas atinge a ministra, mas levanta preocupações sobre os limites da liberdade de expressão e a ética na política. A sociedade deve estar atenta a esses abusos e exigir uma postura mais responsável de todos os envolvidos, reafirmando a necessidade de um debate político saudável, fundamentado na verdade e na transparência.
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